Gente! Gente! Gente!
Muita calma nessa hora que hoje vou falar pra vocês sobre a trilha sonora de um filme que ganhou meu coração e me deixou tão viciada! Vício level hard. Por isso, preparem-se porque vocês estão prestes a ouvir a melhor trilha sonora de filmes da vida...



O filme Begin Again (Mesmo se nada der certo) conta a história de Gretta James, uma jovem compositora que está prestes a desistir da música quando o produtor Dan Mulligan, que está com a carreira um pouco arruinada, a encontra em um bar a noite e vê nela potencial para gravar um disco incrível. Apesar do sócio de Dan não ver em Gretta o mesmo potencial que ele, os dois resolvem se unir e gravar um álbum de forma independente na esperança de que isso salve a carreira de ambos na música (Isso tudo com a participação sempre inspiradora do muso Adam Levine). Um filme uma temática musical assim por trás, não podia deixar de ter o que? Música, claro!

Enredo (e Adam Levine) a parte, o que ganhou meu coração nesse filme foi a trilha sonora do filme. Sabe aquele cd que você ouve uma vez e fica completamente viciado? É assim essa trilha sonora. É uma música mais incrível que a outra e, gente, não consigo dizer em palavras o quanto eu amo essas músicas! Vou deixar vocês ouvirem um pouquinho dessa trilha incrível e tirarem suas próprias conclusões!

"Lost Stars" - Adam Levine


"Tell Me If You Wanna Go Home" - Keira Knightley


"Lost Stars" - Keira Knightley


"A Higher Place" - Adam Levine


"Like a Fool" - Keira Knightley


Bom, essas são as minhas cinco músicas preferidas do filme! Só preparando o post pra vocês já me peri ouvindo essas músicas e quase não termino.
Enfim, espero que vocês tenham gostado!
Pra quem já assistiu Begin Again, deixa aqui nos comentários sua opinião, se você gostou ou não, o que achou da trilha sonora. Quem ainda não viu, comentem também! Me contem o que acharam das músicas!
Beijos pra vocês e bom fim de semana!
Até a próxima pessoal!

Oi pessoal!
Na última terça falei um pouquinho para vocês sobre o livro "Se eu ficar" e hoje vim contar o que eu achei da continuação dele, o livro "Para onde ela foi".


**Atenção, esse post contém alguns spoilers do livro "Se eu ficar"**

Quando li o primeiro livro, já tinha comprado a continuação e pra mim era obvio que Mia tinha escolhido ficar. Neste segundo livro acompanhamos Mia e Adam três anos depois do acidente. Adam agora é um rock-star de sucesso e está prestes a ir para a Europa para uma turnê com a Shooting Star. Mia por sua vez conquistou uma carreira incrível como violoncelista deste que entrou para Juilliard. Porém, eles não estão mais juntos.

O livro começa com um dia comum na vida de Adam, onde ele tem que dar uma entrevista, fazer algumas gravações e se preparar para viagem. Ele não é mais o garoto alegre e animado que vemos no primeiro livro, e vive agora viciado em remédio e revoltado com quase tudo. Seria mais um dia comum se ele não estivesse em Nova York, na mesma cidade que Mia, e se ele não tivesse decido ir vê-la tocar. Naquela noite, Mia tem uma apresentação, e Adam resolve ir vê-la. Afinal, qual seria o problema? Ele se sentaria longe, ouviria ela tocar, iria embora e ninguém jamais saberia que ele esteve ali. O problema é que um dos rapazes que trabalham no teatro acabam reconhecendo, e quando Mia ouve os boatos de que ele estaria ali, ela imediatamente pede para que levem ele até o camarim depois da apresentação. Depois do encontro no camarim, Mia sai na rua atrás de Adam e os dois, por não terem muito tempo até que cada um volte a seguir seu caminho novamente, decidem passar uma noite juntos andando por Nova York.

Meu primeiro impulso não é agarrá-la, beijá-la ou gritar com ela. Só quero tocar seu rosto, ainda corado pela performance de hoje. Quero diminuir o espaço que nos separa - medido em passos - não em quilômetros, não em continentes, não em anos -, e colocar meus dedos calejados no seu rosto... Mas não posso tocá-la. Esse é um privilégio que não existe mais.

Eu tenho que confessar que depois da pequena decepção que tive com Se eu ficar, não estava tão curiosa para saber o que aconteceria com os dois. Mas como eu gostei muito da escrita da Gayle, resolvi dar uma chance para "Para onde ela foi" e gente, foi uma surpresa muito feliz. Gayle trouxe para o segundo livro todas as coisas boas que encontramos no primeiro, como uma escrita simples, gostosa e dinâmica, mas agora toda parte emocional está focada no relacionamento de Mia e Adam, em como isso mudou a vida dos dois e em como isso contribuiu para que eles chegassem onde eles chegaram.

Depois do acidente, Mia se focou completamente em sua música para escapar da dor de ter perdido sua família. Adam, por sua vez, apesar de todo ressentimento que ele carrega, continuava com a banda fazendo cada vez mais sucesso e trabalhando cada vez mais nisso para aumentar o seu público. Demora um pouco até a gente conseguir entender o porque Adam estar se sentindo tão revoltado e o porque Mia parece estar tão...diferente!  Com o passar da história, e das lembranças que Adam e Mia vão trazendo durante aquela noite, podemos perceber o quão inevitável seria esse distanciamento dos dois, mas também vamos vendo reacender dentro dos dois o sentimento lindo que eles sempre tiveram um pelo outro.


Eu fiquei muito feliz em ver nos comentários do post de Se eu ficar que não fui a única a preferir o segundo livro. A cada página eu ia me apaixonando cada vez mais por Adam, suspirando ao ver o desenrolar da história dele e de Mia e fiquei tão feliz porque Gayle deu para eles o final que eles mereciam. Apesar de muitas vezes Mia parecer mesquinha demais, e também termos muita raiva de Adam agir como um rebelde sem causa, no final do livro tudo fica esclarecido, e a gente fica com aquela sensação de "Ufa, ainda bem que foi por isso!".

Os flashbacks ainda estão presentes no meio da narrativa, que desta vez é feita por Adam, mas são menos frequentes que o primeiro livro e nos mostram alguns acontecimentos depois do acidente de Mia. O começo de alguns capítulos trazem alguns trechos de músicas da Shooting Star, detalhe que eu achei sensacional. Mais uma vez a diagramação do livro ficou incrível, e os detalhes com as partituras nas páginas continuam. Apesar de toda beleza de dentro do livro, a capa achei bem sem graça, mas acho que isso é um gosto pessoal meu, porque eu detesto capa com rostos. :P


Assim, apesar de Se eu ficar ter suas ressalvas, Para onde ela foi conseguiu superar o primeiro livro e fazer com que eu ficasse suspirando pelo amor de Adam e Mia. Acho que nesse segundo livro Gayle Forman acertou a mão e superou muitas expectativas! Estou louca agora para ler outros livros dela, e espero que sejam tão bons quanto esses!

Agora quero saber de vocês! Já leram "Para onde ela foi"? Também ficou mais feliz com o segundo livro do que com o primeiro? Me contem tudo!
Espero que vocês tenham gostado, pessoal!
Um beijo e até a próxima.

Olá pessoal!
Hoje vim falar para vocês sobre um livro que me deu vontade de ler logo depois de eu ter visto o trailer do filme e claro que não podia ir ver o filme sem antes ler o livro né? Querem saber de qual história estou falando?



Se eu ficar foi o primeiro livro da autora Gayle Forman e conta a história de Mia. Em uma manhã de inverno, ela e sua família saem de carro para visitar uma amiga da família e acaba sofrendo um acidente na estrada. O carro em que a família estava bate em um caminhão e depois disso Mia se vê fora de seu corpo, mas ainda viva. Ao perceber que ela está em coma, se deparada com uma importante decisão a ser tomada: Ficar ou não?

Mia é uma garota apaixonada por música. Seu pai era músico em uma banda, e durante os seus primeiros anos de vida ela sempre ia com a sua mãe acompanhar os shows dele. Ela cresce e na escola não deixa de lado esse amor pela música que sempre esteve dentro dela, e acaba aprendendo a tocar violoncelo. E é justamente na sala de música da escola que ela conhece Adam, o popular guitarrista da banda Shooting Star. Apesar de ele e Mia serem de mundos completamente diferentes, o amor pela música acaba unindo os dois adolescentes.


O livro todo é narrado por Mia em dois tempos: um antes do acidente, contando como era sua vida na escola, seu relacionamento com Adam, a vida com a sua família; e outro depois do acidente quando ela tem que lidar com a decisão de ficar ou não. Achei que essa mudança entre passado e presente deu um dinamismo muito bom ao enredo e contribuiu para a leitura fosse feita rapidamente. Achei a leitura da Gayle muito gostosa e simples. Ela conseguiu passar emoções muito fortes sem ser detalhista demais, e sem deixar a leitura muito pesada e cansativa. Isso com certeza foi um ponto positivíssimo para o livro.

Porém, confesso que fiquei um pouco decepcionada com a história. Mas não porque é uma história ruim, apenas criei expectativas que não foram alcançadas. Eu já esperava que o livro trouxesse uma história clichê, sem muitas surpresas no enredo. Porém, como boa romântica que sou, espera uma história mais melosinha, com mais açúcar, sabe? Mas a verdade é que a bagagem emocional deste livro está divida entre o amor romântico de Mia e Adam, e o amor fraternal de Mia e sua família.


A diagramação é um capítulo a parte. Todas as páginas são enfeitadas com partituras musicais. Uma fofura só! E, como eu já disse no começo no post, conheci o livro através do trailer do filme e claro, não podia deixar de assistir depois de conhecer a história de Mia, não é mesmo? Achei uma adaptação muito fiel ao livro, e talvez por já saber o que esperar da história desta vez, acabei gostando mais do filme, do que do livro em si, apesar da história ter pouquissimas alterações. Além disso, a trilha sonora é uma coisa maravilhosa que com certeza contribuiu para que eu gostasse ainda mais do filme.


Assim, Se eu ficar é uma história linda, cheia de amor e música. E claro, pra quem ficar curioso com o que aconteceu depois do final do livro, Gayle escreveu uma continuação da história no livro Para onde ela foi, mas eu conto mais sobre isso no próximo post, combinado?

Conta pra mim se você já leu o livro Se eu ficar, se já viu o filme, se gostou ou não, se teve alguma decepção como eu! Quero saber heim!
Beijinhos para vocês e até a próxima pessoal!

Oi pessoal!

Hoje vim mostrar para vocês duas TAGS que eu respondi recentemente no canal do blog, vamos conferir?

1 - Emoji Book TAG
Bom gente, eu vi essa TAG no canal da Pam e resolvi responder porque eu acho que não sei me comunicar mais sem emojis! Ela consiste em pegar os seus cinco emojis mais utilizados e relacionar eles com cinco livros. Bora assistir?


2 - TAG Encontro de Booktubers
A segunda TAG que eu trouxe hoje, foi uma TAG que eu criei sobre o Encontro de Booktubers que vai acontecer em São Paulo no próximo dia 06! No vídeo do "E aí, Bri?" dessa semana eu falei um pouco sobre o encontro e respondi a TAG contando minhas expectativas, vamos ver?



Bom pessoal, essas foram as duas últimas TAGs que eu respondi no canal. Não indiquei ninguém mas quem quiser responde-las, fica aqui meu convite. Só não se esqueça de me mandar o link pra eu conferir a resposta de vocês, heim?

Um super beijo pra vocês e até o próximo post!

Bille e eu é o livro de estreia da autora Giovanna Fletcher e foi lançado no Brasil há poucos meses pela Phorte Editora.



Preciso, antes de falar sobre ele, dizer que estava ansiosíssima para ler este livro pois sou muito fã de McFLY e estava super curiosa para ver o lado autora da esposa de Tom Fletcher. Confesso que sempre tive um pouco de preconceito com Gi, mas por puro ciuminho de fã mesmo. Estava curiosa pra conhecer um pouco mais sobre ela, e quando ela lançou Billy & Me, corri para comprar a versão original, em inglês mesmo, na Book Depository. Assim que o livro chegou, corri e comecei a ler. Me surpreendi com a facilidade em ler a história em inglês. Era uma história fácil de ler, mesmo pra quem tem pouco conhecimento na língua. Na época, li apenas a primeira parte do livro porque confesso que fiquei com preguiça de continuar lendo em inglês. Mas assim que soube do lançamento aqui no Brasil corri para comprar minha cópia em português para saber mais da história de Sophie.

Sophie é uma jovem que mora na pacata cidade de Rosefond Hill e que desde a adolescência começou a ficar mais contida, reservada e mais na dela. Nunca teve muitos amigos e nem a ambição de sair da cidade, buscar novos rumos, descobrir lugares, e, por isso, assim que se formou no colégio, resolveu permanecer na cidade e trabalhar em uma pequena casa de chá, a Tea-On-The-Hill. Lá a moça acaba descobrindo sua verdadeira paixão, conquistando as clientes e também o coração da dona do lugar, Molly. Quando Sophie recebe a notícia de que sua cidade seria o local das filmagens da nova adaptação de Orgulho e Preconceito, ela fica frustrada. Mais uma adaptação para acabar com seu livro preferido? O que ela nem imaginava era que o filme iria mudar sua vida.

Alguns dias depois de saber sobre o filme, Sophie conhece um rapaz na casa de chá e logo ela fica encantada por ele. O que ela não sabia é que o tal rapaz era ninguém menos que Billy Buskin, o galã juvenil que interpretaria Sr. Darcy num filme. Apesar da timidez da moça e da tentativa dela de se manter distante, os dois acabam se aproximando e se apaixonando. A atração entre os dois é inevitável e Sophie não consegue dizer não a Billy e os dois acabam se entregando a esta paixão.  A partir daí começamos a acompanhar Sophie nesse novo relacionamento e todas as aventuras  e desafios que um namoro com uma celebridade traz.


Como todo chic lit, Billy e Eu é um livro divertido, romântico e algumas vezes reflexivo. Billy é um rapaz ambicioso que deseja crescer na sua carreira e deixar essa fama de galã adolescente para trás. Sophie é uma garota muito reservada e traz alguns traumas de infância que justificam esse seu comportamento mais fechado. Porém, o seu amor por Billy permite que ela se abra para ele e se envolva nesse relacionamento.  O namoro dos dois acaba sendo um grande desafio tanto para Sophie, que tem que aprender a lidar com a fama e o trabalho do namorado, quando para Billy que tem que aprender a dosar seu tempo e dedicação entre o trabalho e a amada.

O livro é uma delícia de se ler. É uma história simples, clichê, mas bem divertida. Durante a leitura, fiquei me perguntando o quanto da história da Gi tem nesse livro, e é impossível você não se perguntar isso, sendo fã do McFly, quando a gente se depara com os comentários das fãs de Billy dizendo que Sophie está gorda ou não sabe se arrumar (eu mesma já fiz vários comentários assim sobre a Gi). E acho que seria hipocrisia demais achar que a Gi não usou um pouco da sua experiência na construção da história de Sophie.  

É ideal para aqueles dias em que a gente quer apenas uma história para se distrair. Li o livro todo em apenas um dia e já estou curiosa para ler os outros livros da Gi. Ela já publicou mais dois depois de Billy e Eu e vai lançar mais um ainda este ano. Porém nenhum destes com previsão para lançamento aqui no Brasil. Enquanto isso só nos resta esperar e torcer para que alguma editora se anime e traga mais livros da Gi para cá.


E vocês, ficaram curiosos para saber mais sobre este livro? Conta para a gente o que vocês já leram ou se tem curiosidade para ler Billy e Eu!
E, se for fã de McFly, pode contar também se alguma vez já achou que a Gi podia se arrumar um pouquinho mais também...rs.

Beijos e até a próxima pessoal!

*** Post feito em parceria com o Blog Provare ***