O mágico de Oz sempre foi uma das minhas histórias favoritas. Tudo que envolve o mundo mágico de Oz sempre me fascinou e quando soube que Wicked viria para o Brasil fiquei enlouquecida e não pudia deixar de perder a chance de conferir esse musical de perto!


Wicked conta a história que aconteceu antes da Dorothy chegar a Oz, na época em que Elphada e Glinda eram estudantes universitárias. Elphaba é filha do governador Munchkin e nasceu com a cor da pele um pouco diferente do restante dos munchkins. Desde pequena foi tratada como estranha por conta da sua cor verde, e quando ela vai para faculdade acompanhar sua irmã Nessa, continua não sendo aceita por causa de sua cor. Por conta de um problema nas divisões dos quartos, Elphaba acaba tendo que dividir o quarto com Glinda, uma aspirante às artes da magia e também a garota mais popular da faculdade. Em um primeiro momento, Elphaba e Glinda não conseguem se dar bem por nada neste mundo. Mas pouco a pouco, as duas acabam deixando de lado o orgulho, e começam a se aproximar uma da outra, construindo uma grande amizade.


Durante toda a peça, vamos acompanhando as duas bruxas durante os acontecimentos que as levaram a se tornarem a Bruxa má do oeste e a Bruxa boa do norte, tudo isso regado à uma trilha sonora IN-CRÍ-VEL e uma atuação maravilhosa de todo o elenco. Uma das coisas que eu mais gostei nesta peça, foi poder ver a origem de muita que acontece na história do filme d'O mágico de Oz, de 1939. De onde veio o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão que acabam encontrando Dorothy durante sua jornada. O porquê Elphaba faz tanta questão de pegar os sapatinhos de rubi. O porquê de a casa de Dorothy ter chegado até Oz. O porquê dos macacos alados, E, claro, o porquê Elphaba ser a bruxa má.


Para todas as pessoas que amam um bom musical, uma boa história, e são apaixonados por este mundo de Oz, Wicked é uma atração imperdível. Eu mal vejo a hora de assistir a peça novamente! É maravilhosa, gente!

Se você já viu a peça, me conta aí nos comentários o que achou! Se quer ver, me conte o que espera da peça!
Um super beijo, e até a próxima, pessoal!

O fato de que as mulheres ainda vão dominar esse mundo, não é novidade nenhuma, não é mesmo? Apesar de INFELIZMENTE ainda hoje o mundo carregar um certo machismo e preconceito contra as mulheres, conhecemos diversas histórias de mulheres incríveis que deram a cara a tapa e fizeram o que muitos achavam impossível. Entre muitas destas heroínas, hoje vou falar um pouquinho da história de Joy Mangano, contada no filme Joy.


SINOPSE
Inspirado em uma história real, o filme mostra a emocionante jornada de uma mulher que é ferozmente determinada a manter sua excêntrica e disfuncional família unida em face da aparentemente insuperável probabilidade. Motivada pela necessidade, engenhosidade e pelo sonho de uma vida, Joy triunfa como a fundadora e matriarca de um bilionário império, transformando sua vida e a de sua família.

Joy é uma mãe solteira, que faz de tudo para poder cuidar de sua família, e trazer o sustento para sua casa. Tentando vencer as dificuldades financeiras que sugiram ao longo do tempo, Joy tenta por em prática uma de suas invensões, e assim acaba criando o "Magic Mop", um esfregão mágico que ajudaria muitas donas de casa. Para por em prática então esta ideia, ela pede ajuda ao seu pai e sua madrasta, e se esforça para poder vender o seu produto e fazer com que ele chegue até as grandes massas. Com a ajuda de seu ex-marido, ela consegue então uma chance de vender seu esfregão em uma rede de vendas de televisão. Porém, apesar de conseguir vender o seu produto, ela se vê frente a diversos problemas de royalties e patentes, que a impedem de começar a lucrar de verdade, enquanto sua família, tenta fazê-la acreditar que o melhor a fazer é não se arriscar neste mundo de invenções e patentes.

Preciso deixar bem claro aqui que este filme me deixou com uma revolta imensa dentro de mim assim que eu terminei de assistir. Uma revolta com esta nossa sociedade. Joy é uma mulher inspiradora. Ela vive com sua mãe e dois filhos, e ainda abriga em sua casa seu ex-marido e também o seu pai que acabou de terminar um namoro. Joy tem uma vocação para invenção desde pequena, porém este seu lado sempre foi reprimido por sua família, que nunca acreditou que isto pudesse lhe trazer muitos frutos (E aí já começou minha revolta, mas vamos deixar isso para depois...). Sem emprego, e tendo que cuidar de toda a família, ela vê então a oportunidade ideal em uma das suas idéias, e corre atrás de fazer esta ideia dar certo. Mesmo com um pé atrás, seu pai e sua irmã ajudam ela, e ela, com muito esforço, começa a ter sucesso nas suas vendas, apesar de não ter muitos lucros.

Durante todo o filme, vemos a família de Joy tentando convencê-la a desistir. Cada um que se intromete nos negócios dela, tenta fazer a coisa funcionar do seu jeito, ignorando as vontades de Joy, por ela não ter tido muitos estudos na área dos negócios, ou por ela ser mulher e esse não ser o lugar que ela deveria estar. Que raiva desse povo com cabeça pequena! E, o que mais me revolta é que, apesar de este filme se passar no final do século passado, eu sei que mesmo depois de quase 30 anos, muita gente ainda pensa assim, e é muito triste isso. Mas mesmo com todo mundo atrás de Joy com esse tipo de pensamentos, ela traz dentro de si uma determinação tão grande, e uma vontade de vencer e fazer o seu negócio dar certo tão inabalável que ela luta contra todos atrás daquilo que ela acredita. E aí vemos a força de uma mulher fazer e acontecer! #GirlPower

É sem dúvidas uma história inspiradora! Não só para as mulheres, mas para todas aquelas pessoas que tem seus sonhos reprimidos porque alguém se acha o direito de colocar o dedo na sua cara e dizer que você não é capaz/merecedor disso. Todos nós somos capazes de ser o que quisermos ser, fazer o que quisermos fazer, para isso basta querer, e ir atrás! E é isso que Joy nos ensina.

Além de toda essa lição maravilhosa, o filme ainda trás a atuação impecável e incrível de Jennifer Lawrence no papel de Joy, e conta também com a participação de Robert De Niro e o maravilhoso Bradley Cooper. Para quem quiser conferir essa história, o filme entrou nos cinemas aqui no Brasil no último dia 21 e ainda está em cartaz em algumas salas. Pra quem ainda não viu, fica a dica, e o trailer aqui embaixo.


Corram ver este filme já, pessoal! Se você ficou curioso e quer ver, me conta aqui nos comentários o que você espera dele, se está ansioso ou não para vê-lo. E quem já viu me conta também o que achou e se bateu também uma revoltinha com esse filme.

Vejo vocês no próximo post, pessoal!
Um super beijo e até a próxima.

Gente! Gente! Gente!
Muita calma nessa hora que hoje vou falar pra vocês sobre a trilha sonora de um filme que ganhou meu coração e me deixou tão viciada! Vício level hard. Por isso, preparem-se porque vocês estão prestes a ouvir a melhor trilha sonora de filmes da vida...



O filme Begin Again (Mesmo se nada der certo) conta a história de Gretta James, uma jovem compositora que está prestes a desistir da música quando o produtor Dan Mulligan, que está com a carreira um pouco arruinada, a encontra em um bar a noite e vê nela potencial para gravar um disco incrível. Apesar do sócio de Dan não ver em Gretta o mesmo potencial que ele, os dois resolvem se unir e gravar um álbum de forma independente na esperança de que isso salve a carreira de ambos na música (Isso tudo com a participação sempre inspiradora do muso Adam Levine). Um filme uma temática musical assim por trás, não podia deixar de ter o que? Música, claro!

Enredo (e Adam Levine) a parte, o que ganhou meu coração nesse filme foi a trilha sonora do filme. Sabe aquele cd que você ouve uma vez e fica completamente viciado? É assim essa trilha sonora. É uma música mais incrível que a outra e, gente, não consigo dizer em palavras o quanto eu amo essas músicas! Vou deixar vocês ouvirem um pouquinho dessa trilha incrível e tirarem suas próprias conclusões!

"Lost Stars" - Adam Levine


"Tell Me If You Wanna Go Home" - Keira Knightley


"Lost Stars" - Keira Knightley


"A Higher Place" - Adam Levine


"Like a Fool" - Keira Knightley


Bom, essas são as minhas cinco músicas preferidas do filme! Só preparando o post pra vocês já me peri ouvindo essas músicas e quase não termino.
Enfim, espero que vocês tenham gostado!
Pra quem já assistiu Begin Again, deixa aqui nos comentários sua opinião, se você gostou ou não, o que achou da trilha sonora. Quem ainda não viu, comentem também! Me contem o que acharam das músicas!
Beijos pra vocês e bom fim de semana!
Até a próxima pessoal!

Olá pessoal!
Hoje vim falar para vocês sobre um livro que me deu vontade de ler logo depois de eu ter visto o trailer do filme e claro que não podia ir ver o filme sem antes ler o livro né? Querem saber de qual história estou falando?



Se eu ficar foi o primeiro livro da autora Gayle Forman e conta a história de Mia. Em uma manhã de inverno, ela e sua família saem de carro para visitar uma amiga da família e acaba sofrendo um acidente na estrada. O carro em que a família estava bate em um caminhão e depois disso Mia se vê fora de seu corpo, mas ainda viva. Ao perceber que ela está em coma, se deparada com uma importante decisão a ser tomada: Ficar ou não?

Mia é uma garota apaixonada por música. Seu pai era músico em uma banda, e durante os seus primeiros anos de vida ela sempre ia com a sua mãe acompanhar os shows dele. Ela cresce e na escola não deixa de lado esse amor pela música que sempre esteve dentro dela, e acaba aprendendo a tocar violoncelo. E é justamente na sala de música da escola que ela conhece Adam, o popular guitarrista da banda Shooting Star. Apesar de ele e Mia serem de mundos completamente diferentes, o amor pela música acaba unindo os dois adolescentes.


O livro todo é narrado por Mia em dois tempos: um antes do acidente, contando como era sua vida na escola, seu relacionamento com Adam, a vida com a sua família; e outro depois do acidente quando ela tem que lidar com a decisão de ficar ou não. Achei que essa mudança entre passado e presente deu um dinamismo muito bom ao enredo e contribuiu para a leitura fosse feita rapidamente. Achei a leitura da Gayle muito gostosa e simples. Ela conseguiu passar emoções muito fortes sem ser detalhista demais, e sem deixar a leitura muito pesada e cansativa. Isso com certeza foi um ponto positivíssimo para o livro.

Porém, confesso que fiquei um pouco decepcionada com a história. Mas não porque é uma história ruim, apenas criei expectativas que não foram alcançadas. Eu já esperava que o livro trouxesse uma história clichê, sem muitas surpresas no enredo. Porém, como boa romântica que sou, espera uma história mais melosinha, com mais açúcar, sabe? Mas a verdade é que a bagagem emocional deste livro está divida entre o amor romântico de Mia e Adam, e o amor fraternal de Mia e sua família.


A diagramação é um capítulo a parte. Todas as páginas são enfeitadas com partituras musicais. Uma fofura só! E, como eu já disse no começo no post, conheci o livro através do trailer do filme e claro, não podia deixar de assistir depois de conhecer a história de Mia, não é mesmo? Achei uma adaptação muito fiel ao livro, e talvez por já saber o que esperar da história desta vez, acabei gostando mais do filme, do que do livro em si, apesar da história ter pouquissimas alterações. Além disso, a trilha sonora é uma coisa maravilhosa que com certeza contribuiu para que eu gostasse ainda mais do filme.


Assim, Se eu ficar é uma história linda, cheia de amor e música. E claro, pra quem ficar curioso com o que aconteceu depois do final do livro, Gayle escreveu uma continuação da história no livro Para onde ela foi, mas eu conto mais sobre isso no próximo post, combinado?

Conta pra mim se você já leu o livro Se eu ficar, se já viu o filme, se gostou ou não, se teve alguma decepção como eu! Quero saber heim!
Beijinhos para vocês e até a próxima pessoal!

Gente! Gente! Gente!
No último post contei pra vocês um pouquinho sobre o livro Como eu era antes de você, da autora Jojo Moyes. O que eu não contei no post é que, um dos motivos que me fizeram pegar o livro para ler é que ele irá ganhar uma adaptação para as telonas! Querem saber mais? Vou contar tudo pra vocês agora!

A adaptação cinematográfica conta com os roteiristas Scott Neustadter e Michael H. Weber,  os mesmos roteiristas do filme A culpa é das estrelas, o que eu achei DEMAIS porque o filme de ACEDE foi bem fiel ao livro, e eu espero que o mesmo aconteça com Como eu era antes de você.


Agora, sobre o elenco... Nos papeis principais teremos a atriz Emilia Clarke (Game of Thrones) no papel de Lou e o ator Sam Claflin (Jogos Vorazes) no papel de Will. Gostaram? Eu particularmente adorei a escolha de Sam para o papel, pois, além dele ser lindo, acho que ele vai combinar muito com Will. Não conheço muito sobre a Emilia mas espero me surpreender com ela!

Além dos protagonistas, alguns outros atores já foram confirmados para o elenco como ninguém menos que Matthew Lewis (Harry Potter) e Brendan Coyle (Downton Abbey). Os personagens de Matthew e Brendan ainda não foram revelados, mas eu, como fã de HP e Downton Abbey, AMEI saber que os dois vão estar no filme!

Bom, o filme está já começou a ser filmado e tem estreia prevista para 2016.  E temos até algumas fotos de Emilia no papel de Lou que saíram esta semana. Achei que ela ficou muito Lou mesmo, com essa roupa e tudo mais! Adorei! Espero que essa previsão se cumpra e que logo logo possamos conferir mais esse filme que tem tudo pra ser lindo!



E aí, gostaram das escolhas do elenco? Também estão ansiosos para o filme?
Contem pra mim o que acharam, e também qual seria o seu dream cast para a adaptação.
Um beijo pra vocês, e até a próxima pessoal!