Olá pessoal!
Olha só quem veio trazer mais um vídeo pra vocês!
Bom gente, hoje vou responder a TAG Confissões de um bibliófilo, uma tag que eu vi no canal da Juh Sutti e achei muito legal! Espero que vocês gostem!


As perguntas da TAG são as seguintes:

1. Qual é o gênero de literatura que você se mantém longe?
2. Qual é o livro que você tem na estante e tem vergonha de não ter lido?
3. Qual é o seu pior hábito enquanto leitora?
4. Você costuma ler a sinopse antes de ler o livro?
5. Qual é o livro mais caro da sua estante?
6. Você compra livros usados/em sebo?
7. Qual é a sua livraria (física) preferida?
8. Qual é a sua livraria online preferida?
9. Você tem um orçamento (mensal) para comprar livros?
10. Quem você “tagueia”?

Bom gente, agora vamos esperar a Gi responder a TAG lá no Blog Provare! #RespondeGi
Se você quiser responder no seu blog/canal, fique a vontade e deixa o link aqui nos comentários pra eu conferir depois.
E é isso pessoal!
Um beijo pra vocês e até a próxima!

Oi gente!
Pra quem acompanha o canal do blog no youtube, sabe que há algumas semanas eu fui com a minha família assistir Cinderela e prometi que ia fazer um post aqui no blog pra falar sobre esse filme lindo né? E aqui estou eu!

Cinderela sempre foi  meu conto de fadas favorito por diversas razões. A primeira (e mais importante) delas é que entre todos os clássicos contos de fadas, ele sempre foi o mais próximo da realidade. E isso foi uma coisa que sempre me inspirou.

Como todos sabem, Cinderela conta a história de uma jovem que apesar de ser uma gata borralheira, consegue ir ao baile real e ganha o coração do príncipe. Deixando de lado toda magia, fada madrinha e ratos falantes, a história nos mostra que independente de quem nós somos, onde nós estamos, você sempre pode melhorar e chegar onde você quiser. Basta querer. Tem coisa mais inspiradora que isso?

Dado essa facilidade em encaixar a mensagem principal da história em diversos contextos, a história teve inúmeras adaptações para o cinema, e aparecendo também em outras adaptações como o filme Caminhos da Floresta, e a série de tv Once Upon a Time. A adaptação mais recente, lançada pela
Disney, é uma adaptação bem fiel a animação lançada em 1950. Isso pode ser uma decepção para algumas pessoas que vão ver o filme buscando uma releitura do clássico, como foi com o filme Malévola, mas para mim foi encantador!

O filme conta a história de Ella, uma jovem que cresceu com o pai, e prometeu a sua mãe e seu leito de morte ser sempre gentil e ter coragem. Depois da morte de seu pai, ela vive em sua antiga casa com sua madrasta e suas meia irmãs. As três a fazem de empregada, até que um dia, após ser muito explorada por elas, e sai para uma volta na floresta e encontra um misterioso rapaz por quem fica encantada. Quando chega a noticia de que o príncipe dará um baile no castelo, Ella fica super animada com a possibilidade de reencontrar o rapaz misterioso no baile. Porém, sua madrasta parece não gostar muito da idéia de Ella ir ao baile... E o resto vocês podem imaginar, não é mesmo?

Sou uma fã da atriz Lily James desde que conheci seu trabalho em Downton Abbey e achei sua atuação no filme incrível! Ela conseguiu transmitir toda bondade, coragem e genuinidade que Cinderela carrega. Quanto ao príncipe... Bom, tenho que confessar que achei o ator escolhido pro papel com cara de bobão demais, mas no fim, ele teve uma química incrível com a Lily e acabou sendo a escolha perfeita e o resultado final do filme ficou ótimo!

Porém, apesar de ter amado este último filme, e ter achado incrível a atuação de Lily James no filme, a minha adaptação cinematográfica do filme sempre vai ser Para Sempre Cinderela, estrelado por Drew Barrymore. Sempre assisti esse filme na sessão da tarde e pra mim nunca haverá Cinderela melhor que Danielle de Barbarac! Mas, claro que não podia deixar de citar também outra Cinderela que vai ficar pra sempre no meu coração: Hilary Duff! Quer história melhor (e mais atual) do que aquela em que a Cinderela perde o seu celular ao invés do sapatinho de cristal? Outro clássico da minha adolescência!


Quem mais motivos para amar essa história? A Cinderela pode não ser a princesa mais legal, mais bonita, mais esperta da Disney, mas nenhuma outra história vai encher mais meu coração de amor do que esta! Uma história atemporal, que nos faz acreditar que quando nós queremos algo de verdade, nada nem ninguém poderá nos impedir de alcançar!

Contem para mim se vocês já foram ver o filme, o que acharam da adaptação? E também me contem qual é a Cinderela preferida de vocês? Drew Barrymore? Hilary Duff? Selene Gomes? Ou seria Vanusa? Sim minha gente! Vanusa participou de uma adaptação da TV Tupi em 1977 junto com ninguém menos que Ronnie Von, meus amigos! Imagina que Cinderela foi essa! Cadê youtube com esta relíquia? Depois dessa vou até ficar por aqui antes que apareçam outras Cinderelas....

Oi gente!

Estou sumida, eu sei. Mas ainda não desisti de ressuscitar esse meu querido blogzinho. Prova disso é que, mesmo sem tempo para colocar em prática aqui todas as ideias que eu tenho, eu inaugurei mês passado o canal do youtube do blog! Ebaaaa!

Quem já acompanha o blog no facebook e twitter, deve ter visto já os vídeos que eu postei nas últimas semanas, mas eu vim aqui pra deixar isso registrado no blog também, porque não?


Então aqui está! Um canal lindinho pra você onde vou compartilhar com vocês todos os meus vícios.

Os vídeos estão sendo postados todas as sextas, onde sexta sim, sexta não tem vídeo de uma série que eu estou fazendo com a minha irmã, o "E aí?". Se vocês quiserem saber um pouco mais sobre ela, só ver este vídeo aqui:


E é isso aí pessoal. Espero que vocês curtam os vídeos, se inscrevam no canal. E por favor não desistam do blog que logo logo vem coisa boa por aí!

Um beijo pra vocês e até a próxima!

vício 
ví.cio
sm (lat vitiu1 Defeito físico ou moral; deformidade, imperfeição. 2 Defeito que torna uma coisa ou um ato impróprios, inoperantes ou inaptos para o fim a que se destinam, ou para o efeito que devem produzir. 3 Falta, defeito, erro, imperfeição grave, viciação, viciamento. 4 Disposição ou tendência habitual para o mal. Hábito de proceder mal; ação indecorosa que se pratica por hábito. 6 Costumeira.7 Costume condenável ou censurável. 8 Degenerescência moral ou psíquica do indivíduo que, habitualmente, procede contra os bons costumes, tornando-se elemento pernicioso ao meio social, ou com este incompatível. 9 Desmoralização, libertinagem. 

abstinência 
abs.ti.nên.cia 
sf (lat abstinentia1 Ato de se abster. 2 Por excelência, privação de carne, ou caldo de carne, em cumprimento de preceito da Igreja, ou de voto especial. Jejum. 4 Castidade, continência.


***

Sempre fui uma pessoa escrava dos meus vícios. Vício de música, vício de coca cola, vício de café, vício de séries, vício de café (de novo porque esse é forte!), vício de compras, vício de twitter, vícios, vícios e mais vícios. E assim como quando um corpo tem fome quando fica sem comer, quando a gente não alimenta nosso vício vem aquela abstinência braba! Umas mais leves e aturáveis que as outras, mas a bendita abstinência sempre bate.

Há alguns meses atrás minha vida virou um caos. Me atolei de coisas para fazer no meu doutorado e estou andando sem tempo pra nada, nem pra respirar direito. Foi quando esse caos começou que eu percebi que uma coisa estranha e interessante estava acontecendo comigo. Mais ou menos um mês depois de eu entrar em um ritmo frenético de trabalho, estudos, trabalho, dar aulas, e mais trabalho, fui percebendo que eu estava ficando muito "vazia". Sabe quando você sente que tá faltando alguma coisa na sua vida? Um pedacinho de você que você perdeu por ai e não sabe onde está? Então. Eu estava assim, meio triste, sentindo que estava faltando algo na minha vida. No começo achei que era por causa do trabalho. Mas logo pense que não podia ser porque eu amo demais o que eu faço e por mais cansativo que seja, tenho prazer em levantar todos os dias e ir para o meu laboratório.

Eis que então, um belo dia, cheguei em casa e fui colocar em ordem os livros da minha estante (porque eu tenho um TOC com estantes bagunçadas e a minha estava uma zona). Fiquei umas duas horas colocando tudo em seu devido lugar e quando acabei olhei para aquela estante linda e organizada e percebi que fazia uns 45 dias que eu não pegava em um livro! Na hora eu confesso que fiquei um pouco assustada porque fazia muito tempo que eu não ficava sem ler nada, sem mesmo pegar em um livro. E ai, tirei um livro da estante e fui ler um pouquinho pra lembrar como era. Quase 5 horas depois eu terminei de ler o livro que tinha começado. E foi aí que minha vida voltou a fazer sentido. Quando eu terminei de ler, eu percebi que o grande vazio que eu tava sentindo era porque eu estava sem ler há muitos dias. E eu estava sentindo falta daquela coisa maravilhosa que é ler. Eu percebi que eu era mais dependente de leitura do que eu imaginava. Percebi que o meu dia a dia super corrido estava me deixando longe de uma das coisas que mais me dá prazer, e isto estava começando a me fazer mal. E quando eu peguei aquele livro na estante pra ler, foi como se uma luz acendesse, e tudo voltasse a fazer sentido.

Vocês podem achar que eu estou exagerando. Eu mesma não conseguia acreditar que eu realmente estivesse sentindo tanta falta de ler assim. Mas eu juro, eu estava com uma abstinência de leitura.

Depois desse dia eu li mais uns dois livros e fiquei umas três semana sem ler nada. E adivinhem o que aconteceu? A abstinência voltou! Eu não consigo explicar o que me dá quando fico muito tempo sem ler, mas não é uma coisa muito legal. Mas é só eu pegar um livro qualquer que seja que tudo volta ao normal.

Essa é mais uma daquelas coisas que só quem lê demais entende. Quando você pega o habito da leitura, muitas vezes isso acaba indo além do habito e se torna um (maravilhoso e prazeroso) vício. E aí, não dá pra ficar sem.

Não interessa qual ano está acabando. É sempre as mesma coisa. A última vez no ano que eu vou ver fulano ou ciclano, o último fim de semana do ano, o último filme que eu vou ver, a última música que eu vou ouvir, a última vez, a última coisa, último, última... Tudo isso com um sentimento de que temos que aproveitar cada última vez ao máximo, porque são as últimas vezes. E isso faz com que vivamos tão intensamente esses últimos dias do ano, aproveitando cada último segundo.
E em seguida, depois da tão esperada meia noite, nossa vida se enche com as primeiras vezes e primeiras coisas do ano novo. A primeira dança, a primeira noite, as primeiras palavras, as primeiras oportunidades. E tudo parece tão novo, tão fresh, que nossos corações e nossa alma se enche de esperança como se a partir deste dia, deste novo ano nós temos todas as oportunidades do mundo na nossa frente.
Mas vocês já pararam para pensar em como seria viver como se cada dia fosse o último e o primeiro do ano? Ou das nossas vidas? Como seria viver a vida intensamente como se fosse o último dia, e como seria ter nosso coração cheios de esperanças como se fosse o primeiro dia? E quem disse que não podemos viver assim?
A passagem de ano é só uma data, um detalhe. Muda o ano, mas a nossa vida continua a mesma. A grande mudança quem faz é a gente. Nós que decidimos o que fazer para mudar, quais oportunidades correr atrás e agarrar. E porque então esperar o ano começar para mudar? Porque esperar o ano acabar para aproveitar ao máximo cada segundo? Porque não viver cada dia como se fosse o último e o primeiro?